2008-07-02 08:09:24 em Tecnologia por Nuno Barreto
Já saíram os preços da Swisscom para o iPhone 3G. Em resumo, os preços vão de 99CHF (60€) para o de 8Gb com o tarifário mais caro a contracto de 24 meses, a 619CHF (400€) para o de 16Gb com tarifário pré pago (sem obrigação de permanência). Os tarifários, esses vão desde pré pago sem dados incluídos, até 55CHF (35€) com 1Gb incluído. Falta agora saber os preços da Orange.

Para os que andavam a dizer que não dava para comprar o iPhone 3G sem contracto (leia-se assinatura mensal), e que estão agora confusos a pensar que o tio Steve mentiu, eu passo a explicar: Em determinados países é obrigatório fornecer versões dos telemóveis sem obrigação de permanecer na rede. A Suíça, e a vizinha França, são exemplos disso mesmo.

Quanto a mim, não sei o que vou fazer. Por um lado não me apetece pagar 400€ por um telemóvel. Mas por outro, os tarifários parecem ser interessantes. Vou pensar um bocado na utilização que lhe quero dar, mas o mais certo é optar por um livre.
2008-07-02 06:49:42 em Natureza por Nuno Barreto


Se isto continua assim, as consequências serão catastróficas. Países deixarão de existir, enormes cidades costeiras ficarão debaixo de água, uma grande parte da fauna e flora costeira desaparecerá. Vamos lá a ver se ainda conseguimos dar a volta a isto...
2008-06-30 15:26:29 em Tecnologia por Nuno Barreto
Dia 31 lá é o meu aniversário outra vez. Para não quebrar a tradição dos últimos 2 anos, aqui fica a minha lista para este ano (por ordem de preferência, para variar):

- Computador Apple iMac 24"
- Máquina Fotográfica Nikon D300
- Objectiva Nikon AF-S VR 105 mm f/2.8G IF-ED
- Flash Nikon SB-600 (Já ofereci a mim mesmo)
- Objectiva Sigma APO 70-200mm F2.8 II EX DG MACRO HSM
- Objectiva Sigma 10-20mm F4-5.6 EX DC HSM
- Objectiva Sigma 17-70mm f2.8-4.5 DC Macro HSM
- Telemóvel Apple iPhone 3G
- Jogo Wii Mario Karts
- Jogo Wii Fit
- Paz no mundo (ouvi dizer que está esgotado há muito tempo)

E prontos, é mais ou menos isto. Há muitos itens repetidos, mas a culpa é vossa, que não me oferecem :P
2008-06-30 08:39:11 em Tecnologia por Nuno Barreto
Se calhar sou só eu que acho isto, mas aqui vai: Os blogs não têm razão de ser sem comentários. Até digo mais. Uma pessoa que tem um blog e que não permite que sejam feitos comentários, das duas uma, ou está na blogosfera só para mandar bocas sem querer sofrer as consequências das mesmas (ou seja, tem intenções maliciosas), ou não percebe nada do que é a blogosfera e está nisto só por moda.

Ah, e tal, não estou para aturar os comentários dos outros. Tretas. Não estão para aturar os comentários, não ponham artigos polémicos. E se os comentários são despropositados, apaguem-nos. Mas se têm razão de ser, admitam o erro. Além disso as pessoas são livres de ter opinião diferente.

Ah, e tal, recebo muito spam. Bom, essa até engulo, mas com um bocadinho de cuidado, isso resolve-se. A maioria das plataformas que existem por aí têm boas soluções anti spam. No meu blog, como fui eu que fiz, "inventei" o meu próprio filtro, que é um truque muito simples. Até agora, quase zero spam (espero que continue).

O truque no meio disto tudo, é não usar o blog para dizer coisas que não eramos capazes de dizer pessoalmente. Quer dizer, criem um blog para isso se quiserem, sem comentários. Mas para mim é uma atitude estúpida. Falem do que vos vai na alma, e respondam aos comentários que vierem com respeito, sinceridade, e de cabeça fria. Todos ganharão com isso. Os donos dos blogs, que não se tornam "detentores da verdade" e aprendem umas coisas, e os utilizadores, que podem criar uma conversação com o autor.

Porque se o que fazemos na vida não é para criarmos relacionamentos e evoluírmos, o que é que andamos aqui a fazer?
2008-06-22 17:31:17 em Nenhuma por Nuno Barreto
Estou na minha varanda na Suíça, a apanhar sol, a beber uma super bock geladinha e a comer tremoços. Viva a globalização :)
2008-06-20 09:18:21 em Tecnologia por Nuno Barreto
Há muito tempo que não ria tanto. Noucastelch é um site de paródia sobre o site oficial da cidade de Neuchatel, na Suíça, onde os portugeses ficaram durante o Euro 2008. Como os responsáveis Suíços não têm sentido de humor, decidiram processálos em tribunal.

Vão lá ver antes que o site saia do ar :)
2008-06-11 23:30:37 em Nenhuma por Nuno Barreto
Esqueci-me de dizer algo importante no outro artigo.

Então os camionistas põem o País em estado de sítio, e o governo fica a olhar para a situação impávido e sereno? As forças de ordem ficam a observar? Propriedades são destruídas, pessoas são vítimas de violência, morre uma pessoa, e o estado lamenta? É o melhor que conseguem fazer? Chama-se a isto um estado de direito?

Ah, tinha-me esquecido. Estamos em tempo de férias, o estado de direito está a banhos no Algarve, as forças de ordem estão entorpecidas com o calor, e o povo embevecido com o futebol.
2008-06-11 14:06:12 em Nenhuma por Nuno Barreto
O sítio onde trabalho fica exactamente entre o estádio de Genève, onde vai acontecer o próximo jogo de Portugal, e o centro da cidade. Desde que cheguei aqui hoje de manhã que ainda não tive sossego.

É buzinas, é cornetas, é gritaria, é música pimba, é folclore, é carros todos pintados como a bandeira, enfim. Nada como os portugueses para fazerem barulho :)
2008-06-11 11:52:39 em Tecnologia por Nuno Barreto
Eu que sou fã do browser Opera, só hoje fiquei a conhecer o Opera Dragonfly, a ferramenta para programadores de Internet.

Muito bom. Põe o Firebug a um canto.
2008-06-11 11:17:55 em Nenhuma por Nuno Barreto
Não é meu hábito falar muito deste tipo de coisas, mas acho que a situação chegou a um ponto, que não posso deixar de falar. Olhar para o que se passa em Portugal, principalmente agora que vivo num país que funciona, causa-me algumas emoções.

Não é novidade nenhuma que Portugal está mergulhado numa crise. Tudo isto que, pensa o povinho, por culpa do petróleo. O petróleo tem aumentado devido a especulação, todos sabemos disso. E culpa-se as gasolineiras por aproveitarem-se da situação (o que num mercado livre, com a lei da oferta e da procura, seria natural). Mas se formos ver o relatório da autoridade de concorrência vemos que sim, as refinarias ficam com uma boa fatia do preço final (sempre foi assim). Mas mais de metade do valor do gasóleo vai em impostos para o estado, e bem mais de metade do valor da gasolina também. Na realidade, se fizermos bem as contas, as gasolineiras estão a fazer uma margem de 1 ou 2 cêntimos de lucro em cada litro que vendem. Posto isto, é fácil de perceber as conclusões do relatório da concorrência, é que a fatia de impostos é tão alta, que nem há espaço para uma grande variação de preços, já que estão todos a praticar preços mínimos (daí perceber os preços serem tão parecidos). Se estivessem a ter lucros de 20-30 cêntimos, e os preços estivessem iguais em todas, aí sim, era caso para desconfiar.

É claro, o povinho não faz contas. Ou melhor, faz, comparando com a vizinha espanha, que devido a baixos impostos nos combustíveis, tem preços bastante mais baixos (aqui no resto da Europa, excepto Suíça, o preço é sempre mais caro). E diz que a culpa é das gasolineiras. Na realidade, a culpa é da especulação do preço do crude. E se quisermos até podemos culpar o governo, por não ter impostos mais baixos, por ser "ladrão". Ah, mas esperem lá, o governo somos nós! Se o dinheiro não vier daí, tem de vir do bolso de todos os portugueses, aumentando o IVA, ou o IRS, ou algo parecido. Sim, porque não sei se repararam, Portugal está na bancarrota, e não deve demorar muito para afundar de vez.

E no meio disto tudo, primeiro foram os pescadores que fizeram greve, violando pelo caminho os direitos dos outros, destruíndo peixe e tudo. Agora são os camionistas que estão em greve, e andam a fazer piquetes para impedir os querem trabalhar, chegando já a várias situações de violência.

E no fim das contas, o que é que eu retiro de tudo isto? O povo potuguês é, no geral, um povo ignorante, egoísta, e bruto. Ignorante no que diz respeito às questões económicas e políticas. E egoísta porque procuram sempre só o benefício próprio, sem pensar nas repercussões que isso terá no resto dos portugueses. Bruto porque recorrem à violência para "defenderem" supostos direitos, que não são mais do que tentativas de obrigar o governo (no fundo todos os outros portugueses) a lhes darem benefícios especiais, alienando os direitos dos outros, manipulando o governo para os beneficiar em relação ao resto da população.

É a lei do mais forte, a lei da selva. O que reclama mais, e faz mais uso da violência, é o que fica com mais "direitos". Vence o bruto, o bacoco, o egoísta.

Quem me dera que não fosse assim. Que os portugueses lutassem pelos seus direitos, mas de forma consciente, e de forma unida, não se esquecendo das responsabilidades. Lutassem pelo bem de todo o povo, e não para benefício apena de si próprio ou do seu sector profissional. Que procurassem soluções para dar a volta juntos. Que em vez de lutarem para ver quem fica com mais migalhas, que lutassem para conseguirem construir mais pão.

Meus amigos, no que me diz respeito, Portugal já não existe. Aquele Portugal do povo nobre, nação valente, de conquistadores e aventureiros, isso já morreu há muito tempo. O que existe agora é a Tugalândia.
2008-06-10 21:36:38 em Igreja por Nuno Barreto
Só hoje reparei que fui mencionado no blog do GBU, como uma das pessoas que luta por dilatar a igreja emergente em Portugal. Obrigado pelo elogio, mas não creio que tenha assim tanta influência, principalmente agora que me mudei para a Suíça.

O artigo em questão fez-me lembrar de uma coisa interessante sobre a igreja emergente. Muitos dos críticos e curiosos da igreja emergente procuram compreender o que se passa em termos teóricos. Mas o facto é que o movimento emergente é um conjunto de práticas cristãs, e não de nova teologia cristã. E práticas essas que nem são assim tão consistentes de comunidade para comunidade (daí o não ser correcta a denominação "igreja emergente", mas sim "movimento emergente").

Existem práticas comuns, com certeza: A rejeição da instituição, a rejeição das hierarquias religiosas, todos os cristãos activos com os seus dons, um foco missional, e um foco no reino de Deus. Isso das velinhas e dos rituais antigos são pormenores que não são nem importantes nem generalizados, mas que pelos vistos chamam a atenção dos críticos.

Quanto a teologias, na realidade não há nada de novo, há talvez uma compilação de várias teologias que se tornam relevantes para um movimento comunitário e missional em que todos os membros são parte activa, e em que a estrutura é um organismo e não uma instituição. E aí poderemos falar de Brian McLaren, ou de N.T. Wright. Mas aqui está o truque: O facto de irem buscar a teoria a essas fontes, não significa que essas pessoas façam parte do movimento. Basta lembrar, por exemplo, que N.T. Wright é um bispo anglicano, e a igreja anglicana é tudo menos emergente. Por isso, pegar na teologia deles, e deduzir que é isso que a igreja emergente defende, é algo no mínimo caricato.

O movimento emergente é uma prática cristã influenciada por um lado pelo pós-modernismo, e por outro lado pelas práticas da igreja primitiva (igreja do 1º século), que procura viver em igualdade, em comunidade, como um organismo horizontal (não hierárquico), e com um foco na implantação do reino de Deus. E é só.
2008-06-10 09:35:16 em Tecnologia por Nuno Barreto
Pronto, agora já quero um iPhone, agora que tem o mínimo de funcionalidades e que o preço está bem mais baixo.

Ainda me lembro de uma conversa no Sapo o ano passado, em que eu dizia que ia comprar um passado um ano, quando fosse 3G e estivesse a metade do preço, e de todos gozarem comigo, a dizer que o iPhone nunca ia baixar de preço, pelo menos nos próximos 2-3 anos. Afinal não estava enganado :)
2008-06-04 16:52:09 em Igreja por Nuno Barreto
A vontade de controlar é inacta ao ser humano. Todos temos desejo de controlar. Controlar a nossa vida (a isso chamamos liberdade), controlar o ambiente que nos rodeia (segurança), controlar as nossas acções (respeito) e por aí adiante. Logo, uma certa medida de controlo é sem dúvida saudável. Mas nós temos tendência a querer controlar além daquilo que é saudável, o que nós queremos realmente é a capacidade de controlar outros. O absoluto poder é a absoluta capacidade de controlar outros, através de pressões, hierarquias, institucionalizações, etc.

Ser cristão, é, entre outras coisas, entregar o controlo da nossa vida a Deus. Abdicar da nossa capacidade de controlar. Não o tipo controlo saudável de que falei acima, porque senão estaríamos a falar de uma fé que tudo desculpa. Mas o tipo de controlo que não devemos exercer, o controlo sobre os outros.

A partir do momento em que eu estou a exercer controlo sobre um outro cristão, estou na realidade a privá-lo do seu direito de controlar a própria vida, mas pior, a tomar o lugar de Deus. É Deus quem tem esse direito. O próprio Deus, que teria o direito intrínseco de exercer controlo sobre nós, visto que nos criou, decidiu dar-nos o livre arbítrio de decidir ser controlados por Ele ou não. Quem somos então nós para usurpar o lugar do próprio Deus?

No entanto é isso que vemos por todo o lado na igreja: Hierarquias e instituições com o exclusivo intuito de controlar. Sempre com boas intenções, claro está, com as desculpas do costume: Para proteger as pessoas, para proteger a sã doutrina, para proteger a boa moral, etc. Será que Deus tornou-se impotente, para precisar que meros humanos protejam a sã doutrina? Não será o próprio controlo exercido parte do problema?

A sede de controlo é um vício difícil de matar, mas é absolutamente necessário que isso aconteça. É numa liberdade sujeita apenas a Deus que podemos encontrar o seu poder e a sua glória.
2008-05-31 18:32:09 em Nenhuma por Nuno Barreto
Disclaimer: Segue-se um momento muito pouco humilde.

Tive 132 no teste de QI. Isso significa que só 2% da população mundial tem um nível de QI igual ou superior ao meu, o que me permite fazer parte da Mensa. No entanto fiquei a 8 pontos de ser aquilo que eles consideram génios (pessoas com mais de 140). Nos meus tempos de universidade tinha 145, e normalmente o QI vai aumentando, não vai diminuindo. Parece que tenho que exercitar mais o cérebro...
2008-05-30 12:17:29 em Nenhuma por Nuno Barreto
Eu gosto de ajudar. Mas não sei bem porquê, é fácil irritar-me quando me pedem ajuda para coisas (especialmente informações) que são muito fáceis de encontrar, e que mostram que a pessoa não teve o mínimo trabalho para encontrar a solução.

Situação típica: Olha, diz-me lá se vai estar bom tempo na Suíça na próxima semana? Ou: A quanto estão os bilhetes de avião para a Suíça? Claro que não sei de cor, e tenho que ir ver. E claro que é muito fácil de encontrar a resposta. Mas é ainda mais fácil perguntar a alguém, que não deve ter mais nada que fazer do que responder a perguntas de preguiçosos.
2008-05-28 19:25:40 em Tecnologia por Nuno Barreto
Sempre tive uma certa luta com IDEs. Por vezes experimento alguns, mas acabo sempre por voltar exclusivamente ao Vim. Acho que finalmente encontrei um que cumpre todos os meus requisitos: O Komodo Edit.

Tem tudo aquilo que eu quero: Funciona em Mac e em Linux sem stresses (também funciona em Windows, mas já não sei o que é isso há mais de 5 anos), faz syntax highlighting e code completion em todas as linguagens que uso (Python, PHP, Perl), e permite-me aceder a ficheiros remotamente. Pronto, era tudo o que queria. Claro que continuo a usar o Vim, mas para projectos com algum tamanho um bom IDE é muito bem vindo (o meu limite são 7 terminais abertos ao mesmo tempo).

Há uma versão paga com mais funcionalidades (Subversion/CVS e debugging são as principais), mas são coisas de que não sinto falta.
2008-05-21 14:38:21 em Tecnologia por Nuno Barreto
A minha capacidade de reunir informações sobre qualquer pessoa através da internet é assustadora. Raramente encontro alguém que o consiga fazer tão rápido quanto eu. E quem fala de pessoas, fala de qualquer outro tipo de informação possível de encontrar.

Será que dá para ganhar dinheiro com isso?
2008-05-20 20:37:56 em Tecnologia por Nuno Barreto
O tempo é uma coisa tramada. Não estica, mas às vezes encolhe. Aqui vai uma reflexão demasiado grande sobre o tema:

Nos últimos tempos tenho feito uma limpeza em tudo o que me consome tempo. E essa limpeza tem sido feita principalmente na internet. Comecei por uma limpeza das redes sociais que usava, e fiquei com as que mencionei no post anterior. O facto de quando se pesquisa no Google por Nuno Barreto as duas primeiras páginas serem quase completamente minhas é um bom sinal de que estava a exagerar (existem outras pessoas com esse nome, uma delas um famoso velejador de Faro que ganhou uma medalha de Bronze nos jogos olímpicos). Depois disso, reduzi a utilização dessa mesmas redes sociais.

O passo seguinte foi analisar todos os feeds que seguia. Eram mais de 200, e verdade seja dita, não conseguia ter tempo para seguir nem metade. Fiquei com cerca de 80, e acho que ainda vou limpar mais. Além dos feeds há também as mailing lists, que ainda estou a ponderar o que vou fazer com elas.

Por fim, os meus blogs. Neste momento tenho 3 blogs (este, O Emigra, e o Fotos da Natureza). Ninguém precisa de 3 blogs. Ainda não sei bem o que vou fazer. Reduzir a quantidade de vezes que escrevo já o fiz, mas isso surgiu naturalmente. Afinal de contas, fez 3 anos que ando nisto dos blogs no dia 18 deste mês, e parece que uma pessoa perde assunto com o tempo, ou se não o perde, prefere partilhá-lo de outras formas.

Com tudo isto ganhei bastante tempo. Tempo para estar com quem quero, tempo para fazer aquilo que gosto de fazer, e tempo para descansar. Afinal de contas, existe vida após a internet...
2008-05-20 19:19:39 em Tecnologia por Nuno Barreto
A minha "popularidade" em quantidade de amigos nas redes sociais que uso:

- Flickr: 380
- Twitter: 109
- LinkedIn: 99
- Facebook: 79
- Last.fm: 16

Isto dever querer dizer alguma coisa. Acho interessante a discrepância nos números...
2008-05-14 12:53:22 em Tecnologia por Nuno Barreto
Hoje chamaram-me oldskool só porque uso o Vim para programar...

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