Israel e Palestina
2009-01-13 08:21:06 em Igreja por Nuno Barreto
Neste momento está a decorrer mais uma guerra em Israel, desta vez entre Israel e o Hamas. E como em tantas outras vezes em que isso acontece, vêem-se todo o tipo de artigos a defender Israel, ou a defender os palestinianos. Uma posição que me interessa especialmente é o facto de determinados movimentos cristãos terem o hábito de defender incondicionalmente todas as acções de Israel, sejam elas quais forem.

Quanto a mim, quando me perguntam acerca do assunto, eu normalmente respondo "Os palestinianos e os Israelitas estão bem uns para os outros." E normalmente essa frase resulta para acabar com a discussão, que é um tipo de discussão que eu detesto fazer. É que quem merece apoio incondicional são os inocentes. E a guerra, na minha opinião, é uma coisa que nunca deveria existir. Por isso, discussões de quem é que tem mais razão em usar da violência (um porque é legítima defesa, outro porque é oprimido, outro por razões preventivas) é um debate sem sentido. A resposta é bem simples, na realidade: Ninguém tem razão. Para mim, qualquer guerra é errada, e nada desculpa o recurso à guerra. E se pensam que isso é utópico, pensem em Ghandi.

O caso ainda se torna mais complexo quando se fala do assunto dentro do contexto do cristianismo. Não porque o cristianismo não seja claro em relação à resposta adequada à violência ("Digo-vos, porém, a vós que me escutais: Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai os que vos amaldiçoam, rezai pelos que vos caluniam.", Lucas 6:27-28), mas porque por razões políticas e históricas, o que temos agora é mais uma cristandade do que um verdadeiro cristianismo. E nesse contexto, as doutrinas foram moldadas para permitirem o recurso à violência para fins "nobres", que interessam obviamente a estados poderosos e soberanos.

Não só isso, mas existe também toda a problemática de determinadas interpretações literais de profecias presentes na Bíblia, que levam a que muitos cristãos vejam o estado de Israel como o cumprimento de várias profecias, e como consequência, como tendo sido o próprio Deus que levou a que o estado de Israel exista, e por arrasto, que de certa forma dirige todas as acções do estado de Israel. Logo, se Israel dizimar uma população qualquer, foi bem feito, porque foi a vontade de Deus. E aliás, o problema é Israel não ter logo exterminado todos os palestinianos na altura em que apareceu primeiro para conquistar a palestina, há uns 4000 anos atrás. Isso demonstra normalmente um desconhecimento do estilo apocalíptico usado nos séculos à volta do nascimento de Jesus (pormenores que não interessam a ninguém a não ser a mim e a meia dúzia de teólogos que não têm mais nada que fazer), e mesmo um desconhecimento do facto de que lá por Deus profetizar, não significa que seja Ele que o vai fazer, ou que é uma coisa da sua vontade.

Depois, claro, entra a necessidade de justificar o injustificável. E surgem peças de propaganda como esta (visto no Mukankala), que seguem o normal procedimento de mostrar algumas verdades, omitir outras, e depois tirar conclusões à la carte. Faz tudo parte de um processo de racionalização, como quando compramos um produto por impulso, e depois criamos uma razão pela qual precisávamos mesmo de o ter comprado. Este é pró-Israel, mas não pensem que não existam outros tanto pró-palestinianos, pró-Hamas, pró-Fatah, e afins. Eu é que não tive paciência para andar a procurar. Neste, falam de como os Árabes tentaram desde o início exterminar a "raça" judaica, e outras coisas. Uso este argumento a título de exemplo, só para mostrar como este tipo de informação é incompleto. Não tem em conta o facto de a maioria dos palestinianos não serem etnicamente árabes, muitos serem os originais palestinianos que Israel não matou há 4000 anos, e outros serem na realidade descendentes de judeus que se converteram ao islamismo. E também não tem em conta o facto de até ao século 8 os judeus fazerem evangelismo em massas, o que faz com que a maioria dos judeus israelitas de hoje não sejam de "raça" judaica, o que explica também porque é que há judeus caucasianos e outros negros.

Por fim, e agora olhando para a questão dos cristãos pró-judeus em especial, pessoalmente acho triste tanto apoio incondicional a Israel. Muitos vêem mesmo judeus convertidos ao cristianismo como cristãos mais especiais. Há uma idolatria doentia de Israel e da terra santa. Falta perceber que "todos quantos fostes baptizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus" (Gálatas 3.27-28). Deus não tem "raças" ou nações favoritas. A mensagem de Jesus é uma mensagem de amor, e ai de nós cristãos se a nossa mensagem é diferente dessa. "Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai os que vos amaldiçoam, rezai pelos que vos caluniam." (Lucas 6:27-28)
Comentários:
2009-01-12 18:46:03
... é o problema das religiões (e não só) - cada um interpreta conforme lhes interessa.
(O mesmo acontece com as Leis nos tribunais, por exemplo.)

E quem se lixa - por norma - é como disseste, o inocente, que só gostava de poder viver em paz.

2009-01-12 21:16:40
Caro Nuno, tenho algumas questões a pôr-lhe, mas começo por avisar que nem sou pré-milenista nem sionista (para evitar pré-conceitos de opinião):

1- Não acha inconsistente argumentar pela ilegitimidade de Israel em se defender, invocando a autoridade da Bíblia judaico-cristã (um texto israelista), que instiga o mesmo Israel em responder com a Guerra Santa (expressão bíblica)?

2- Terão os versículos neotestamentários isolados que citou o intuito de anular as constantes exortações veterotestamentárias à dilatação de Israel; ou a sua aplicação é aqui descontextualizada e com propósitos distintos dos do pacifismo gandhista?

É que, quanto a isto, e por um lado, sempre me pareceu óbvio que o Sermão do Monte servia para mostrar que só Jesus o cumpriu, e também para que o homem compreendesse a sua pecaminosidade e incapacidade para replicar o Calvário. Por outro, leio repetidamente que quem não glorificar Jesus como salvador amoroso, há-de glorificá-lo como condenador justo. Assim, Deus é amor. Mas não desprovido de justiça; e muito menos, de santidade. Parece ser esta a postura histórica da cristandade. Mas como há evangélicos a emergir com tanta revelação nova, vale a pena confirmar.

§

SOLI DEO GLORIA

Nuno Barreto
2009-01-12 22:08:42
Nuno, o teu comentário deixa pano para mangas :)

Para já, sem dúvida que usei versículos neotestamentários isolados, mas cujos princípios me parecem não só globais, como ainda confirmadíssimos pela interpretação que os apóstolos e primeiros discípulos de Jesus nas sua vidas práticas. Senão vejamos, nos primeiros 3 séculos da igreja cristã, os cristãos foram perseguidos e torturados de toda a maneira e feitio, e nunca responderam com violência. Muito pelo contrário. Não só isso, mas recusavam-se veemente a participar em qualquer tipo de exército. Isso só mudou quando Constantino tomou conta do reino, e abraçou o cristianismo como religião do estado, e a institucionalizou. Isto são factos históricos. Agora, se foi Deus que se revelou a Constantino pela guerra, e mostrou à igreja um novo caminho, ou se foi uma sujeição da igreja a um paradigma institucional por razões políticas (e de segurança), isso deixo à imaginação de cada um.

O que é um facto inegável, para mim, é que a igreja dos primeiros 3 séculos se recusou a usar de violência, o que prova que eles não viam o sermão do monte como algo que "servia para mostrar que só Jesus o cumpriu, e também para que o homem compreendesse a sua pecaminosidade e incapacidade para replicar o Calvário".

Quanto a justiça divina manifestada por um Deus que é um condenador justo, seguramente que isso tem de ser interpretada à luz da literatura apocalíptica da terra, mas o que não há margem de dúvidas é que isso é algo que acontecerá no fim dos tempos.

Posto isto, vamos então aos dois pontos.

1. Eu não falei de ilegitimidade de Israel em se defender, falei em uma forma melhor que todos nós (Israel incluído, mas também palestinianos e afins) deveriam seguir, mas que implica obviamente uma sujeição a Cristo, que às vezes custa a acontecer nos cristãos (eu incluído), quanto mais em judeus ou muçulmanos. Segundo as normas do mundo, sim, todos têm direito à auto defesa e à auto determinação (principalmente se forem aliados do Ocidente, mas isso é outro debate). Mas eu não me guio pelas normas do mundo.

2. Acho que isto na realidade são duas questões. Primeiro, eu acredito não que o novo testamento anula o antigo, mas que é uma revelação superior dentro de um progresso histórico em que Deus se foi revelando cada vez mais à sua imagem. Por isso, se o antigo testamento diz "Olho por olho e dente por dente" e o novo testamento diz "Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai os que vos amaldiçoam, rezai pelos que vos caluniam", para mim o segundo mandamento é que vale. E eu não ando a escolher quais são os mandamentos a seguir ou não. Tento na minha fraqueza, e segundo a minha fraca capacidade de interpretação, ser fiel aos ensinamentos de Cristo. É isso que faz de mim cristão e não judeu.

Segundo, certamente que a realidade da Palestina de hoje e da Índia dominada pela Inglaterra, são contextos bastante diferentes. Mas o princípio de amar os nosso inimigos, é globalmente aplicável.

Em suma, o cristianismo é para mim um caminho. Um caminho que é para seguir. Não é um mero ideal que alguém (Jesus) conseguiu seguir e ao qual nós, que nos identificamos como cristãos, podemos passar ao lado. Se Deus não vai moldando a nossa vida para melhor, então a nossa vida é uma jornada fútil. É o facto de o cristianismo ser um relacionamento, em que vamos caminhando para esse ideal, que faz toda a diferença no nosso dia a dia. Ou deve fazer. O Reino de Deus está aí.
2009-01-12 23:20:39
Obrigado pela resposta.

Não concordo com a asserção de que Constantino instituiu a Igreja, porque foi Cristo que o fez. E, como bem dizes, não me querendo apoiar na fundação instável que é a história contada pelos homens, também não cedo à leitura liberal de que Constantino fez apostatar toda a Cristandade, pois maior consideração tenho do poder do Reino de Deus na terra e da soberania do Senhor na sua preservação - e o rigor académico também joga contra essa interpretação, diga-se. Mas sobretudo, rejeito essa metanarrativa por respeito ao senhorio de Deus na salvação e nos meios que usa para tal; assim, se o Senhor salvou Constantino e/ou o usou para dilatar o Reino, que tenho eu contra isso? Nada; pois sou pela Igreja, una, santa, universal - como ele, e como nos ilustra a Palavra sobre a Esposa de Cristo. Para ser franco, não sei se deva temer mais dos secularistas que pretendem ilegalizar a religião organizada se os crentes que querem desinstituir a igreja estabelecida. Se quem é por nós não é contra nós, o contrário é também verdade - saibamos, pois, de que lado estamos. É que, por exemplo e a propósito, o pacifismo, per se, também é um conceito igualmente mundano. Devemos, pois, especificar que pacifismo defendemos. Afinal de contas, o cristianismo histórico que, como sabes, leu os mesmíssimos versículos que usas, guerreou em apologia da mesma paz que julgo falares; não deveremos, então, considerar os nossos pais ortodoxos no que diziam sobre a relação entre o cristão e a guerra? Nesta altura, lembro-me de Bonhöffer, e de como ele os criticava. Por providência, porém, ele concluiu que a única forma de manter a paz no seu país e na sua época era a de matar Hitler - segundo os mesmíssimos argumentos dos conservadores que ele criticava.

Quanto ao suposto conflito intertestamentário - sabes, Nuno homónimo, se algo há que me desconcerta é em ver replicado em alguns evangélicos certo marcionismo; isto é, certa ignorância da teologia do pacto, e de como não se compreende que o Deus dos testamentos é o mesmo, e não se contradiz. O próprio Jesus afirmou que não vinha para acabar com a Lei, mas confirmá-la; e fê-lo, sem dúvida, na cruz. Não se pense, dito isto, que o 'Olho por olho, dente por dente' foi anulado enquanto verdade revelada. De facto, o cristão é instruído a odiar o pecado e o réprobo que o pratica; mas não sabendo quem é ele (não sendo ele mais o gentio físico, visível), deve o cristão amar no mistério, tratando todo o homem como pecador necessitado do Evangelho (mesmo que Deus nunca o venha a salvar). Inculcar o pacifismo suicida de Ghandi neste contexto parece-me abusivo da Escritura. Aliás, tu mesmo confirmas que és incapaz de cumprir a prédica do Sermão do Monte. Nem eu te censuro. Afinal, pode algum homem caído obedecer ao mandamento 'Vai e não peques mais?' Nem eu nem ninguém. Obvia-se pois que Cristo quer demonstrar a nossa necessidade da graça de Deus nas passagens que citas.

Termino por dizer que o Nazareno não nos mostrou um caminho, mas se revelou ser O caminho. E se, indubitavelmente, o Reino - que Jesus instituirá de vez um dia - será o primeiro de paz, contudo não devemos confundir os fins com os meios. A única vida melhor é a que glorifica o Senhor; e a única paz é a presença dEle.

§

SOLI DEO GLORIA
2009-01-12 23:26:52
Convém também afirmar que não me querendo hipocritamente apoiar um Israel apóstata para o deleite de reprovar um irmão, também revelo que devemos ser coerentes na nossa relação com a Palavra.

Pode não ser o teu caso, Nuno, mas não devemos repreender o judeu por não obedecer à própria Escritura e ao mesmo tempo repreendê-lo quando o faz. Afinal de contas, Israel está a obedecer a Deus ao se defender pela guerra, ou não?
Nuno Barreto
2009-01-13 00:09:21
Nuno,

A minha repreensão é mais para com os cristãos que apoiam Israel incondicionalmente.

Israel está a ser coerente com a sua fé quando tenta tomar posse da Palestina. Assim como os islâmicos estão a ser coerentes com a sua fé quando tentam tomar posse de todo o mundo. Até aí "tudo bem". No entanto, eu, como cristão, não posso dizer que o que eles estão a fazer é bom (o mesmo se aplica aos palestinianos, atenção). E é um facto que muitos cristãos apoiam as acções de Israel incondicionalmente.

Quanto a Constantino, certamente que não foi ele que criou a igreja, nem foi isso que eu disse. O que eu disse foi que ele tornou o cristianismo a religião do estado, e institucionalizou-o (certamente com ajuda de outros).

Quanto ao resto do argumento nesse parágrfo, perdoa-me, mas tenho dificuldade sequer em o considerar. E passo a explicar porquê. Não existe nenhum movimento cristão, fora da igreja católica, que não tenha surgido de uma cisão com outro grupo. Primeiro os ortodoxos, depois os protestantes e anabatistas, e por aí adiante até chegarmos às denominações de cada um de nós (evangélicos, menonitas, puritanos, emergentes, etc). Por isso, para ser coerente com o que disseste, tu, eu, e todos os demais "apóstatas" deveriam voltar para a igreja católica, e defender os seus ensinamentos.

Mais, como é que definimos quem são os nossos "pais ortodoxos"? Certamente que diremos que serão os que mais se aproximam dos ensinamentos de Cristo. Quem são esses? Lutero? Calvino? Billy Graham? John Wesley? Diria que não, diria que as doutrinas e práticas da igreja primitiva seriam as mais coerentes com os ensinamentos de Cristo.

Mais ainda, o que é mais importante? A conservação das instituições cristãs actuais, ou a procura de uma fé e prática cristã mais próximas da fé e prática da igreja primitiva ensinadas pelos apóstolos? És livre de decidires o que quiseres. Para mim, é a segunda opção.

No que diz respeito ao comentário do conflito intertestamentátrio, é a tua opinião, eu respeito. Mas eu acredito que, sendo verdade que o Deus do antigo testamento é o mesmo do novo (nada de Marcionismos aqui), também é verdade que a mensagem do novo testamento é diferente da do antigo. Não porque esteja a ensinar coisas diferentes, mas porque é mais completa e clarifica os mandamentos com os conceitos de redenção, graça, e amor (entre outros). A Bíblia é o desenrolar de uma história, e a forma como Deus se manifesta ao seu povo ao longo dessa história, é coerente, mas também diferente. Deus não muda, mas a sua revelação sim. E no sermão do monte temos claras clarificações (para não chamar modificações) dos mandamentos do antigo testamento, que, eu creio, são para nós seguirmos o melhor que podermos.

Eu respeito se pensares de maneira diferente, mas para mim, os ensinamentos de Jesus são para seguir. Ele é o caminho, e como caminho que é, é o nosso exemplo para que o possamos imitar na nossa caminhada diária. Os mandamentos não são para mim meras construções filosóficas, que ao mostrarem a nossa incapacidade de os cumprir, nos dão desculpa para não tentarmos praticá-los, ou mesmo moldá-los à nossa incapacidade. No fim Bonhöffer fez isso mesmo. Acreditava nos princípios, mas como não era possível fazer assim, era melhor matar Hitler. Eu não acredito assim.
Jose Alberto
2009-01-31 10:05:59
Parabens. Foi uma troca de convicçoes respeituosa, sincera e construtiva. Gostei e apreendi. Ofereçam-nos mais momentos destes.
Irmao em Cristo
Jose Alberto
2009-01-31 10:07:46
Parabens. Foi uma troca de convicçoes respeituosa, sincera e construtiva. Gostei e apreendi. Ofereçam-nos mais momentos destes.
Irmao em Cristo
2009-02-18 23:43:15
Olá Nuno,

Permite-me apenas um breve comentário, uma vez que usaste um post do meu blogue no teu argumento de fundo.

A peça que coloquei pretende apenas e só mostrar aos meus leitores (portugueses) que existem dois lados na questão, isto porque a nossa imprensa (e blogosfera) é, na sua esmagadora maioria, pró-palestina.

Gostaria apenas de frisar que me parece que a tua posição sobre os sionistas é generalista e ela mesmo carregada de preconceito e que não me revejo nela.

Recebe o meu abraço

Nuno
Nuno Barreto
2009-02-19 08:20:18
Porque achas a minha opinião carregada de preconceito? Reli o artigo e não consegui perceber onde está isso. Não disse que os judeus eram melhores ou piores, nem os achei melhores ou piores que os palestinianos.
Aldo
2009-03-04 12:21:16
Entendo q tdo qto está acontecendo no mundo em tdas as áreas da vida, e sem duvida o cumprimento da Palavra de Deus, e isso deve levar os cristãos a olhar para cima por q a nossa redenção está próxima.
Márcio Flávio
2009-05-10 18:43:04
Legal as opiniões acima, mas vale lembrar que, mesmo vc com tanto base bíblica realmente ficaria paralisado diante de tanta ameaça como os mulçumanos? Voce ja leu algum versículo do Alcorão? No livro de Sura (shura) fala que o mulçumanos tem que matar os idólatras no caso os cristãos, o alcorão não prega o perdão como Cristo pregou, Você quer mesmo que eu acredite na legitimidade de um povo que nunca existiu como povo, religião, costumes, língua, história...Não existe Palestinos mulçumanos e nunca existiu na história...Vc acha que realmente Israel teria que ficar imóvel diante de tanta ameaça...

Qd mandam os tecos tecos mulçumanos em Israle matando civis...Ninguém fala nada...Qd Israel usa seus mísseis super modernos aí não pode né...

Mas um povo que se mata achando que terá um monte de virgens a sua espera...Liderado pelo maior assassino da história Yasser Arafat....

Gente!!!!!

Discutir o que gente....Yasser Arafat cometeu seu primeiro assassinato com 20 anos....Sem piedade de ser criança ,mulher, ou outro qq....

Leia o Alcorão e verá o que ensinam as crianças...

Israel tem que se defender mesmo....pq fora a bíblia Os Judeus tem história comprovada...Diferente dos palestinos...que são mulçumanos sem histórias...

Não quero denegrir a imagem de ninguém e se estiver errado, aceito opniões que me corrijam..

Mas não posso ficar calado diante da defesa de Israel...

Agora..baixas ...todos terão...uns mais outros menos...

Vc deixaria sua casa aberta a noite para bandidos?
EUCLIDES
2009-10-26 23:08:39
acredito,que tudo ique esta acontecendo
sâo,os cumpriminto, da palavra de Deus.
acredito, támbem que israel,é um pais muito peseguido; quando se fala em israel,o que vem ,a mente É( conflito)porém,eu acredito é um pais muito abencoado acima de isso.

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